Não adianta. O tópico do ano, nas discussões do pessoal de campanha eleitoral vai ser o twitter. Seja como salvador da pátria, para aqueles que ganharem, seja como ferramenta inútil, para aqueles que perderem.

Mas a questão é: Existe algum político no país que sabe usar o Twitter, minimamente?

O.k., o twitter é uma ferramenta nova, todos nós estamos aprendendo, e batendo com a cabeça nas partes, mas… o que raios têm sido essas assessorias de campanha?

Hoje, com a explosão de igrejas evangélicas, todo mundo é cristão. E, essa explosão de evangélicos trouxe, principalmente desde a década de 90 uma coisa que não era comum nas igrejas tradicionais: diversidade.
Todo mundo conhece o estereótipo do evangélico: roupa social, preferencialmente com gravata, bíblia preta de capa de couro (provavelmente fechada com um zíper – nunca entendi isso) debaixo do braço, um ser de fala complexa, voz alta e forte (de dar inveja a qualquer cantor de ópera), que não bebe, não fuma e não fo.. se entrega aos prazeres carnais.

Hoje, muito mudou. Do discurso à aparência. Das atitudes à expressão. E, de repente, o estereótipo antigo, perdeu seu sentido.
E agora, como identificar um cristão?

As folhas caem no céu, nesse meu mundo invertido
Minha vida ao contrário, não há qualquer sentido
Fecho os olhos, minha cabeça gira, não sai de você
É como piscar e não saber qual realidade pertencer

É quando eu fecho os olhos e vejo você,
Ou se fecho os olhos que vejo o mundo
Porque em meus sonhos você é tão real
Que faz da verdade algo nem tão ideal

Mas no meu mundo, quando estou com você
Vejo mil flores, todas explodindo em mil cores;
O mar se abrir aos meus pés, a lua desaparecer
Estupefata com toda a vida que jorra do seu ser.

Já caíram as flores, e o tempo se passou
A primavera foi embora, e nada mudou
Com promessas ao vento, o amor ficou
Não era nem paixão, ou amor de verão

Nossos olhos se cruzaram, março passado
Nossos rostos se tocaram, eu fiquei calado
Não tive coragem de mudar esse momento
Talvez se esse fosse só mais um sentimento
Do tipo que vem e vão com qualquer vento

Com você é como se nada importasse
Como se a chuva só não me molhasse
E em versos, eu nunca me expressasse
Sonhando num dia que tudo mudasse

Te amar não é mais apenas uma opção,
Nunca seria qualquer tipo de obrigação
É algo que eu ainda não sei como fazer
Mas ainda tenho algum tempo pra saber

O que é limite, e qual é o seu? Você se assusta, ao ver um espaço vazio, em branco e ter que preenchê-lo livremente, ou sua cabeça já começa a borbulhar de idéias, pensamentos e teorias, e a sua maior dificuldade é organizar tudo o que pensa de forma tal que o raciocínio desenvolvido faça algum sentido para aqueles que estão à sua volta?

Qual é a sua?

Consegue lidar com uma rotina chata e estressante por longos períodos de tempo, ou só consegue manter o interesse e força no seu trabalho caso ele te dê novos desafios todos os dias? Como você encara ter que ensinar a mesma coisa várias vezes pra mesma pessoa, e ela ainda errar mais uma vez?

Aqueles dias, que estive junto com você
Sabendo que não tínhamos muito tempo
Mesmo que eu não fizesse por merecer
Aquilo nunca foi só fruto de sentimento

Há algo aqui, entre nós, que eu não sei definir
Já vi muito disso, mas sempre era só de sentir
Eu não sabia que sua presença me faria sorrir
E, agora, na sua ausência, eu não paro de cair

Descobri que o amor não é um sentimento,
Um amor de verdade não flui como o vento,
Ele sempre deixa mais do que um momento,
Ainda à distância, sinto seu coração batendo;

/off. Dusk’s outset vem do inglês, início do pôr-do-sol, e é o segundo capítulo da saga Lorea & Piotr. O começo, é aqui/

(Piotr)

É, as docas. Se tinha lugar mais longe pra ir, provavelmente Lorea não conhecia. Porque ela tinha que querer as coisas mais difíceis? E pedir com a cara mais from hell? Certeza que aquela menina tinha pacto, cara. Não pode, isso. A menina fala cada absurdo, e faz uma cara que, de repente, tudo é tão normal, tão er – simples.

Ou ele que estava com muito sono, não prestou atenção no que ela disse, e só concordou. E quando entendeu, já era tarde demais. Com certeza a segunda era mais possível, mas ele preferia acreditar na primeira. Embora irreal, era a mais confortável – a culpa era toda dela.

Sol ia se pondo. Respirou fundo, digerindo aquela imagem. França e Ucrânia eram dois países lindos, de fato – belezas diferentes. Não poderia escolher entre uma e outra. Eram como se complementares. Já vira diversos sunsets, mas… é. A França tinha fama de país do amor não era à toa.

O humor é uma válvula de escape, é uma forma de esconder o que se sente, seja por dor, medo, vergonha ou revolta. Principalmente medo e revolta. Provocam aquele humor seco, sarcástico, rasgado, que, se não machuca, fica escrachado. Aquela coisa forçada. E é esse o tipo de humor que eu tenho visto nas campanhas eleitorais.

Twittando dias atrás, com o @kaiofreitas, antes do surgimento da campanha do Tiririca, veio a maior dúvida:

Pois é, não dá pra entender cara. Política era pra ser coisa séria. :/

Aí surgiu o Titirica, pior que tá, não fica.

Vento no rosto, só me faz lembrar
O alívio que eu sinto ao te abraçar
Eu deixo esse arrepio me percorrer
O calafrio reavivando todo meu ser

Nos meus sonhos, você sempre está
Dos meus planos, você não escapará
Porque você ‘tá em todos os suspiros,
Agora somos muito mais que amigos

A sua voz, consegue resumir os meus desejos,
O que eu quero é me perder nos seus cabelos
Sentir você, te ouvir cantar, sentir seu respirar
Por todos os dias, ao seu lado, quero acordar
Te mostrar, que eu quero pra sempre te amar

Buscar um final feliz, tipo o que você sempre quis
Te abraçar, estar ao seu lado, poder te fazer sorrir
Fazer junto com você o que alguém nunca sonhou
Cumprir as promessas que Ele há muito tempo fez,
E é ao seu lado, que eu sinto que completo eu sou

Foi longamente noticiado pela mídia, em especial a Folha de SP, da censura sofrida pelo jornal El Nacional no início dessa semana. Segundo entrevista dada à Folha, o jornal tem viés completamente anti-governista, e tem sofrido diversas censuras nos 11 anos do governo Chavez. “Ataques terroristas, a retirada de toda a publicidade oficial, o que foi um golpe duro à época”, disse Otero, editor-chefe do jornal. Ele promete entrar com recurso extraodinário contra a censura prévia realizada, afirmando saber que essa medida deverá ser infrutífera. “O governo ainda não pode fazer “cadeia obrigatória” com os meios impressos ainda. Mas quem sabe inventam.”, acrescentou.

Definitivamente, a censura é algo horrível, sujo e podre. É a tentativa mais desesperada de um governo de manter-se no poder, alienando a população dos fatos ocorridos. Um tipo dessa censura, para manter a paz social, foi a do governo norte-coreano, durante a Copa do Mundo, que decidiu que a estatal iria exibir apenas os melhores momentos do jogo Brasil VS Coréia do Norte, válido pela primeira fase do Mundial. Os líderes temiam que uma derrota vergonhosa fosse enfraquecer o sentimento de nacionalismo da população em geral. – não me perguntem o que isso quer dizer. Mas, o que está em cena, na Venezuela, é completamente diferente.