Tombos fazem parte da vida, é o que todo mundo pensa, enquanto junta forças (e coragem) pra levantar do chão, sem olhar em volta, com medo dos outros rirem. Quanto pior o tombo, pior a nossa vergonha, como se houvesse algum problema em cair, ainda mais quando não estamos falando de uma queda física.

Acreditar demais em algo que desapareceu, ter esperanças destruídas, levar tapas na cara, frustrar-se consigo mesmo e pessoas à volta, com relacionamentos seja quais forem, não faz o menor sentido se envergonhar disso, por mais estranho que essa ideia pareça.

Se há um motivo para se envergonhar é de tentar se proteger, esconder seus defeitos e fingir que não quer nem precisa saber de ninguém, enquanto se morre por dentro. É melhor apanhar por se arriscar, do que viver na omissão do dia-a-dia.

Não se preocupe em cair, em se frustrar, em tentar explicar pra si mesmo o que foi que deu errado dessa vez – não se preocupe em tentar esconder dos outros como você fez besteira ou exatamente onde foi que tudo deu errado. Não tente criar conclusões enquanto ainda estiver no chão, no calor (ou frio) da situação.

Quando cair, concentre-se em levantar. Só nisso. Se reconstrua, jogue algumas coisas fora, pegue outras, troque, compartilhe, viva. Seja. Se concentrar em levantar vai muito mais além do que tentar dar um pulo, mesmo que todos que caíram junto com você já estejam em pé à muito tempo.

Leve seu tempo. Respeite seu corpo, suas dores. Não adianta sair pegando muletas ou se apoiar em outras pessoas se você chegou a quebrar algo – tome seu tempo. Por mais que os outros já estejam longe (provavelmente tentando passar de novo por baixo da cordinha, mesmo depois de cair), e estejam mais recuperados que você, respeite a si mesmo.

Nada pior que viver sob o paradigma dos outros – eu aprendi isso.

Eu gosto de debates – acho que todo mundo já sabe disso. Gosto de perguntar, responder, replicar e fazer perguntas difíceis, e gosto mais ainda de respostas que me façam entrar em crise. Gosto de ser surpreendido pela revelação do que não entendo. De descobrir porque certas atitudes vêm de certas pessoas, e porquê elas pensam assim, porquê vivem assim.

Gosto de entrar em crise com meus conceitos e de me fazerem pensar e repensar tudo o que defini da minha vida (talvez isso seja o medo de estar errado), e nunca tive crises em mudar de atitude e pensamento depois de ser confrontado. Gosto de crescer e amadurecer e de poder agradecer às pessoas que me ajudaram nisso.

Mas eu descobri que crescer, que amadurecer, agir, descobrir qual é o caminho que devo seguir, descobrir a Verdade e não errar, não tropeçar e não estar enganado é só o começo do processo de acertar.

Acertar o caminho não é só não errar, é muito mais do que isso. Saber que sou eu quem tem que puxar a responsabilidade e agir diferente é só o começo da carreira. Afinal, ninguém (fora construções públicas) tem como momento principal a colocação da pedra fundamental. Eu já estar com a minha pedra fundamental não me garante nada, fora dias de chuva na cabeça e areias nos olhos toda vez que ventar. Serei só mais um idiota me vangloriando por ter uma casa construída na rocha, enquanto não percebo que meia dúzia de tijolos não me protegerão de nada.

A verdade é que não basta você estar no caminho certo, se você não sabe como trazer as pessoas pra ele também; e, se você sabe o que é certo, a sua responsabilidade por quem possa estar parado ou alheio é muito maior – afinal, ou ele não sabe para onde vai (Lc 23:34), ou ele está construindo um abrigo de barro, enquanto você faz um de tijolos. Ambos vão ser suficientes; é uma questão de estilo e estética – desde que a pedra fundamental esteja fixada na rocha (e não parar por aí!).

Descobri que quando minha crítica se torna motivo de mágoa, é porque eu falhei – e não soube o quê, quando e como falar. Afinal, a Reforma que eu quero pra Igreja, e pratico em mim não pode, em momento algum, ser prejudicial a alguém (Rm 14:13), de maneira alguma. Não se trata mais de limpar a Igreja, ou de expulsar aqueles que são hipócritas, todos os somos.

Outra coisa que descobri, mais interessante ainda é que Jesus expulsou quem vendia no templo (João 02:14-17), e não quem comprava. Ele nunca apontou o dedo na cara de alguém que comprou um terreno no céu ou pagou o trízimo adiantado e o condenou a lugar algum. Mais interessante ainda é que Jesus não tem atitudes de quem estaria na Marcha Para Si Mesmo ou criticaria quem participa delas. Não criticou alguém que deu todo seu dinheiro para uma instituição (Marcos 12:41-44) que ele veio para modificar (e que iria rejeitá-lo). Ele sempre criticou líderes, não seguidores.

Mas mesmo criticando líderes de instituições e da sua própria religião (o judaísmo), Jesus ainda assim, preferiu criticar Pedro, que estava no Reto Caminho, a criticar Pilatos, representante de toda a sujeira que era o Império Romano – exatamente porque Pedro estava no caminho reto.

Jesus sempre exortou quem tinha conhecimento de causa e mesmo assim falhou, ao invés de criticar quem caiu de pára-quedas. Não poupou críticas aos fariseus, mas nunca dirigiu uma maledicência a quem os seguia.

É dessa parcimônia que eu preciso – saber quem criticar, como criticar e em que momento. Pegar aquele entendimento de que o Espírito dá a cada um revelação suficiente para que a pessoa creia em Deus, e que essa crença se manifesta de diversas formas, e começar a engoli-lo. E tê-lo como verdade absoluta.

É ler Lutero dizendo que é melhor chamar algo demoníaco de divino do que chamar algo divino de demoníaco, e começar a fazê-lo. Modificar o direcionamento das minhas críticas, ser mais compreensivo. E conseguir resumir mais meus textos e pensamentos.

O passado é uma das maiores armadilhas que podemos encontrar. Ninguém quer se prender nele, a grosso modo – o que não nos impede de lamentar por tudo que aconteceu. É como sonhar: não é proibido (inclusive faz bem quando feito na medida certa e é acompanhado de atitudes). É preciso se lembrar do que se foi, revisitar memórias antigas e refazer caminhos, escolhas e decisões, de tempos em tempos.

Nos lembra de quem somos, das escolhas que fizemos e das nossas motivações que nos levaram até onde estamos – e para onde queremos ir. Não adianta terminar um processo sem se lembrar de porquê começamos, ou qual nosso objetivo com tudo aquilo.

Mas é perigoso relembrar de tudo que aconteceu, dar de cara com nossos erros, com nossos escorregões e falhas. Olhar pra trás tem os seus segredos, dizia Biquíni Cavadão[bb], foi bom o que passou, não me arrependo dos meus erros. Pode parecer contraditório, mas não é. Afinal, os meus erros e (principalmente) a maneira com que lidei com eles me tornou quem sou hoje – e foram as melhores escolhas que eu poderia ter feito na época, por mais que hoje não façam mais tanto sentido numa análise fria.

A nossa história precisa ser útil. O que passamos precisa nos influenciar de maneira a não cometer mais o mesmo erro – e a ajudar outros a não cometê-los; e não ser motivo de depressão ou angústia. Por mais difícil que pareça, temos que reconhecer que nem tudo (na verdade, sob uma certa ótica, quase nada) dependia de nós ou da nossa boa-vontade.

E se remoer por coisas que fogem à nossa capacidade – uma oportunidade de emprego perdida, uma viagem cancelada, um não recebido, uma vontade nunca posta em prática, uma chuva que veio na hora errada ou até mesmo um sorriso que não veio, bom tudo isso não depende só de nós. E por melhor que fôssemos, não iríamos conseguir.

Eu preciso me sentir mal por ter feito besteira – ficar constrangido por machucar pessoas, por alimentar meu ego, por desejar cegamente algumas coisas, e realmente me sinto. Mas esse sentimento, essa dor me constrange a agir diferente. A buscar um novo caminho, uma nova saída.

Se essa dor que sinto não provocar um desejo intenso de ser diferente, ela é inútil, e só mais uma parte do meu ego, machucado por não conseguir o que eu desejava. E de arrependido, eu passo a ser um reclamão – minha dor se transforma num mimimi.

Sim, meu passado me dói. Sim, gostaria de poder ter agido diversamente em muitas vezes – mas elas estavam fora da minha capacidade naquelas horas, seja quando me envolvi em brigas na sexta série, quando fugi das responsabilidades do meu primeiro relacionamento, quando perdi a cabeça com a faculdade e quando estourei com aqueles que eu deveria cuidar e me responsabilizar. Ah, e muitas dessas decisões me matam, não pelas consequências que eu sofri, mas pelas consequências que eu causei.

Mas isso tudo me constrange a hoje ser diferente, me guia a uma nova forma de vida que independe do meu passado. Que me anima a melhorar, e que me satisfaz pelas injustiças que sofri, assim como conforta pelas que cometi.

Homo homini lupus.

Honrar pai e mãe; dar honra a quem é digno de honra – tanto ouvimos isso, e tanto nos foi condicionado que honrar é obedecer. Desobedecer uma vontade dos pais é um ataque direto à honra deles; discordar de um pastor é desonrá-lo, e estar em pecado. Tanto falamos isso que surgiu um mantra gospel que, embora não seja errado, é muito mal-interpretado por quem gosta de brincar com interpretações do Evangelho.

Obedecer é importante – mas tão importante quanto obedecer é saber quem tem dado ordens, se homens, se Deus.

Se a honra fosse diretamente ligada à obediência incondicional, como se tem pregado, a Reforma Protestante seria a mais infernal das ideias da Idade Moderna, assim como bom, todos nós estaríamos lascados.

Como ser livre e honrar a vida dos pais? Como ter maturidade mas ser obrigado a realizar algo que atente diretamente contra sua consciência?

Dicionário Michaellis explica

A verdade é que honra não tem a ver com conteúdo diretamente – você pode honrar seus pais fazendo exatamente o contrário do que eles gostariam; honrar a sua igreja e as pessoas que nela estão frustrando as expectativas delas enormemente. Como? Agindo com respeito.

Não desmerecer seus pais pelos ideais conservadores, um aconselhador por sua visão fechada de mundo ou o monitor de pátio diácono por não entender que a sua bíblia está no celular (portanto não usar celular no culto não faz sentido).

Saiba como falar, não seja como criança que acha que gritando, esperneando, quebrando ônibus ou xingando a tia-avó no twitter e facebook vão resolver seus problemas e trazer dignidade a você. Sua maturidade está ligada diretamente com a sua capacidade de honrar as pessoas.

Talvez não deixarem você fazer algo seja a melhor coisa a fazer – se você não consegue nem convencer as pessoas de uma maneira saudável, você não está pronto praquilo que quer.

Já foi cooptado pra uma discussão que você não queria entrar mas te enfiaram mesmo assim? Se vingue: vigie a pessoa e não deixe ela cometer um dos escorregões abaixo:

1-      Repetição da premissa

Técnica mais utilizada quando o dono da opinião que originou a discussão vê que está com tantas chances de virar o jogo quanto o Bolívar no final do 1º tempo, quando o Santos ganhava por 5×0 (com gol de Elano, pasmem!). Podem ser em discussões gustativas (gosto é gosto), políticas (político é político), esportivas (futebol é futebol) ou musicais (Avenged Sevenfold é  uma merda). Não acrescenta nada à discussão, mas dá ao sujeito uma realização de tarefa cumprida que, independente dos rumos da conversa, ele se sentirá imune ao que for dito.

2-      Adicionar um argumento e depois colocá-lo em dúvida

“É, ou não é. Será, até que não seja mais. A não ser que já não fosse. Aí nunca teria sido.”

Você sabe que está falando besteira. Mas você tem tanta certeza que está falando besteira que já começa falando “posso estar errado”, ou “eu acho que”, e ainda termina com “essa é só minha opinião”. Olha, não é preciso estar certo 100% do tempo, mas se você começar um argumento eu espero que pelo menos você acredite no que está falando. Se nem você acredita, porque eu acreditaria? É uma técnica que disfarça ignorância (falta de conhecimento) com uma roupagem de modéstia (não quero impor minha opinião, mesmo que ela seja verdadeira). Faça as contas: a verdade é que boa parte das vezes que você fala isso, você está errado.

3-      Basear-se em estatísticas místicas (Falácia)

“Hoje a brincadeira preferida é o videogame. São jogos de todos os tipos, dentre eles os violentos e proibidos”

“A maioria dos estudantes dos cursos noturnos trabalha”; “Todo mundo toma café com leite”; “Mais da metade das doenças são inventadas”, “jogos violentos induzem à violência”, “Maconha pode ser plantada pra produzir papel” – são alguns argumentos utilizados sem nenhuma comprovação fática, que ninguém pode provar ou questionar pela simples inexistência de fundamentos contidos no negócio. O impressionante é que quanto mais se debate, mais místico e superior se torna o argumento – “eu tenho um grupo de 30 amigos que viravam a noite jogando CS e ninguém matou ninguém” “Vocês eram exceção” “Mas de 30 não haver NENHUM?” “Isso não vem ao caso”

4-      Encontrar uma discussão paralela, tentando mudar o foco da conversa

O assunto muda tão rápido que quando você vê, não só ele desapareceu como você mal lembra o que estava sendo discutido, tamanho o desespero da pessoa ao ver que nada mais fazia sentido no que ela falava. A discussão começa no campeonato paulista, passa pro time do Santos, fala no Neymar e quando você vê está discutindo sobre o Barcelona não ter ido pra final da Champions League. Isso tudo porque queria dizer como estava feliz agora que o União Barbarense tinha passado pra série A1.  Na verdade, você nem sabe porque está feliz com isso, só queria comentar mesmo.

5-      Criticar um argumento utilizando-se o mesmo princípio a ser criticado

“Caluniador e mentiroso! Mentiroso e caluniador! Caluniador! Mentira!”

Galera acha que é superior mesmo, e está acima de algumas regras que ela mesmo impõe. O maior exemplo disso é a generalização, que a gente encontra pérolas capazes de enrolar o cérebro dos maiores advogados criminalistas (e criminais) do país. “Não generalize, todo mundo generaliza” deveria ser um ode ao cinismo (porque não é possível que quem fala isso não vê o que está dizendo, a não ser os crentes).

Já viu duas pessoas que começaram a andar junto há pouco tempo? Um anda mais rápido que o outro, um tropeça nas pernas do outro, não conseguem andar abraçados sem apanharem um pouco um do outro, fica aquela coisa dura, sem jeito, complicada. Todo começo é assim – as pessoas bem diferentes, cada um com seus costumes, seus jeitos de andar, seus tropeções, velocidades, uma mancadinha sensual talvez (só Deus pode me julgar).

Enquanto esses dois tentam achar o mesmo ritmo numa caminhada, começam a tentar se acostumar um com o outro, a abrir mão daquilo que irrita um ao outro, a ver pequenas vontades escondidas em grandes dramas, e muitas lágrimas em pequenos comentários. Aí começam a ver que aquelas birrinhas ou enjoamentos não são tão idiotas assim. E que os defeitos não são bem aquilo que se pensava que era.

Aí chega aquele dia que errar não é mais tão importante assim. Que fazer besteira de vez em quando não faz mais tanta diferença e você vê que no fim uma boa conversa pode resolver tudo, e até virar a situação de ponta-cabeça.

Chega aquele dia que a maturidade realmente é atingida, que duas pessoas conseguem acertar seus ritmos, e conseguem começar a andar juntos um apoiando, suportando e sorrindo para o outro – enquanto fazer o outro feliz é o mais importante de tudo. Enquanto para ele, ver o sorriso dela vale uma noite de loucuras. Enquanto para ela, não importa todos os tropeções, idiotices e retardos que ele faz, se ele ainda a escolhe no final de cada dia – e volta no outro.

Essa é a essência de tudo.

Não é fácil agir quando o seu está na reta, muito menos quando não está na reta – mas você vai colocar. Arriscar, tomar o primeiro passo, pôr o corpo na frente – nada disso vai se tornar mais fácil com o tempo, ou com a experiência.

Já dei a cara pra bater inúmeras vezes, e já apanhei nas duas faces (com bônus de chute na canela) na grande maioria delas, e mesmo assim, de vez em quando me vejo receoso, ou com um pé atrás com alguma coisa.

Parece que, quanto mais experiência você tem, mais difícil é se arriscar – por isso há tantas pessoas que se ausentam, sabendo do riscos que correm; por isso tantas igrejas param no tempo, depois de um surto de criatividade e revolução. Por isso, líderes de revoluções se tornam mais conservadores que o sistema que eles lutavam contra, eles apanharam demais para chegar ali, e não querem arriscar o pouco que têm, ou conseguiram.

Como ouvi, dias atrás, quem muito repartiu seu coração tem medo de entregar o pouco que sobrou pra alguém – e acaba se fechando, com medo de perder a si mesmo, e acaba se fechando a um relacionamento que tinha tudo pra dar certo (ou não).

Fica cada vez mais difícil deixar rolar pra quem sempre deu com a cara na parede. Ver as coisas irem pro mesmo caminho de antes e não saber o que fazer pra evitar tudo de novo; é, eu entendo quem se esconde. Mas Deus me livre do dia que eu não quiser arriscar – viver por viver, é melhor parar com isso logo.

Aos trancos e barrancos, com as pernas tremendo e fala confusa a gente vai, a gente chega, a gente apanha e continua. Por pior que esteja a cabeça, depois de me frustrar novamente, pelo menos a consciência continua limpa e a fé perseverante.

Essa semana estourou pela segunda vez a notícia de que a Universal estaria contratando pastores por concurso público – salário inicial de R$ 8 mil fora benefícios, prova feita pelo CESPE/UnB, o pacote completo. E, como ano passado, era tudo mentira – só o segundo turno de um hoax falando mal de quem todo mundo gosta de falar mal.

Não quero discutir certo ou errado, a legitimidade ou não da Universal, a cristocência ou não, muito menos pegar toda hermenêutica doutrinária da igreja e debater sobre ela – tem gente demais fazendo isso já.

Nos apressamos demais pra tacar pedras. Nos apressamos demais para corrigir as coisas, as pessoas e isso sempre, invariavelmente dá merda. Seja no caso de um bafão de uma igreja, de um pastor que está se desviando, de alguém que prega universalismos ou de um irmão que ingressou no pecado.

Ficamos todos ouriçados quando alguém aponta o dedo na cara da gente sem saber a nossa história, quando nos acusam de um pecado – e insistem nele, mesmo que juremos de pés juntos que não; ficamos simplesmente putos quando nos acusam de um pecado por ter cometido outro logo ali atrás, mas deixa alguém roubar ou mentir para nós, pra ver como será.

Deixa um namorado trair, uma mentira brotar ou uma verdade distorcer. Nunca perdoamos – e julgamos dia após dia.

Peço perdão por ter pré-julgado a Igreja Universal, retiro tudo o que disse e prometo ser mais vigilante antes de falar. Peço perdão à todos aqueles que vieram conversar comigo e eu não consegui perdoar; peço desculpas pela cabeça sempre quente, e muitas vezes fora de mim.

E prometo seguir cada vez mais o que diziam os líderes da Reforma: “É melhor chamar o profano de santo, que o santo de profano.”