Hoje, se brincar, tudo é normal. Falta de educação, é normal. Corrupção, é normal. Pessoas morrendo no trânsito, é normal. Igrejas insensíveis, normal. Vandalismo, assaltos, roubos, estupros, normal.  A busca desenfreada pelo dinheiro, normal. Depressão, estresse, traição, tudo normal.

Não, não acredito que seja normal – pode ser comum, mas não é normal. Pode acontecer muito, no dia-a-dia, mas não é normal. Só é normal aquilo que a gente estabelece como padrão, que a gente aceita, que a gente convive em paz. E não é possível que todos vivem em paz com isso. Não é possível que todos os membros de uma igreja aceitem um autoritarismo anti-bíblico. Que todos os convertidos aceitem seus pecados como parte de si, e recusem-se a melhorar, porque, bom, errar é normal.

Não, não é normal. É comum. Comum é aquilo que nós não temos controle, mas que acontece repetidamente, diuturnamente. Comum é aquilo que nós já vimos demais, independente da nossa reação ou surpresa.

Não podemos deixar o comum se tornar o nosso normal. Não podemos deixar o que acontece, ou o que fazemos, como nosso padrão. Lute contra isso – a começar de si mesmo.

(A)normal?

Categoria: Opinião
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