“Happy is a yuppie word”, dizia uma música do Switchfoot.

Para quem não sabe, Yuppies são, ou eram, na década de 80 e 90 os novos profissionais de mercado, na faixa dos 20, 30 anos, cujas características principais eram a vaidade e o materialismo, gastando dinheiro com bens frívolos e desnecessários – e são os atuais pais da geração atual, que está se formando e invadindo o mercado de trabalho. Qual foi a influência dos Yuppies na formação dessa nova galera?

Reclama-se a muito da apatia, do conformismo, individualismo, consumismo, e vários outros valores que muitas vezes nós nos posicionamos contra (seríamos nós minoria, maioria? Quem sabe?), como emergentes, ou contracultura.

A cultura yuppie prega a felicidade instantânea – é a cultura do aqui, agora, enquanto dure. Apoiados num verso solto de Vinícius de Morais “Que seja eterno enquanto dure”, e num lema latim “Carpe diem”, totalmente descontextualizados, não há preocupações com o futuro, com consequências ou com o que quer que seja.

Alguma semelhança com os problemas da juventude de hoje?

Mas quer algo mais curioso ainda? Uma outra tradução da palavra yuppie, por increça que parível, é traiçoeiro. Segundo a letra da música, feliz é uma palavra traiçoeira. Assim como o conceito yuppie de felicidade é traiçoeiro.

Felicidade é uma palavra dos Yuppies.

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