Panfletagem, blogs evangélicos, twitter, e-mails em massa, scraps coletivos, outdoors, adesivos para carros, camisetas, repentinamente, pregar o evangelho se tornou algo mecânico.

Assim como aqueles que falam as mesmas palavras vazias em funerais e em aniversários, transbordando de insensibilidade, os panfletos evangelísticos são tudo aquilo que Cristo pede para que não sejamos: frios, desconectados da realidade, e vazios.

Se a Igreja é relacionamento, e o corpo de Cristo é comunhão, o evangelismo não é alistamento militar – requer tempo, disposição, e muitos, muitos abraços.

Porque abraço? Você não abraça um desconhecido. Você não abraça – não de verdade – quem não é íntimo de você. E não existe uma metodologia, uma regra, uma fórmula de se tornar íntimo das pessoas, a não ser gostando delas. Se importando. Entrando na vida delas, não de surpresa.

Mas como qualquer pessoa entrou na sua. Por isso é importante a vida fora dos cultos – há vida fora da igreja, eu juro.!

Micropost sobre Evangelismo

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