Ontem nasceu o filho do Ariovaldo Jr. O Paquito faltaria só escrever um livro, mas com um blog daquele tamanho, acho que ele já fez as três coisas que alguém precisa fazer antes de morrer. E é nessas horas, que todas as máscaras caem, não adianta. Sempre que acontece algo grandioso com alguém que caminha junto conosco, não tem como se manter alheio, e não entrar no clima que surge. Por mais inconseqüente que seja a pessoa, por mais irresponsável, por mais largada, todo mundo para pra pensar na sua própria vida.

E aquele ar de diversão, desaparece, quando nossos desejos, nossos anseios, nossos desesperos surgem à flor da pele, escapando do lugar que a gente os escondeu. Porque, todo mundo, no final das contas, só quer ajeitar a vida.

Podemos fugir de relacionamentos, escapar quando a coisa está ficando séria, ter medo da rotina, mas, todo domingo, no final da tarde, tudo que nós queremos é alguém pra abraçar. E tudo isso vem nas nossas mentes, quando alguém tem um filho.

Casais se abraçam mais fortes, imaginando quando será sua vez, solteiros fecham os olhos como se procurassem pela pessoa que vá fazer diferença na sua vida, e, por alguns instantes, aquele ar consegue tomar conta de todo ambiente. São todos em um mesmo clima. E, como surgiu, o clima se vai.

Mas a mente continua a martelar as idéias.

Marina, Paquito, parabéns, pelo moleque doido. Já dizia a @Cleycianne, Deus é MAS.!

O que todo homem quer

Categoria: Opinião
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