Sabe quando você leva um tapa na cara amigável? Alguém vem e destrói alguns conceitos que você tinha, e algumas coisas que você acreditava? Mas faz aquilo com um tom… paternal?

É mais ou menos esse o tom de Não quero um pastor bacana – e outras razões para não aderir á igreja emergente. Escrito à quatro mãos por Kevind DeYoung e Ted Kluck, um pastor de uma igreja tradicional, formado em teologia e um comentarista esportivo; o livro traça algumas características do movimento emergente, ressaltando qualidades e defeitos e os principais temores acerca do futuro. 

Antes que alguém leia três páginas do livro e resolva criticá-lo, é importante lembrar que o conceito de igreja emergente na Europa e Estados Unidos é um pouco diferente do que temos aqui. Afinal, pregadores como Rob Bell, Carl Raschke, Leonard Sweet, e McLaren estão em igrejas com estruturas um pouco maiores que as brasileiras – o que seria o nosso próximo estágio.

Batem em pontos cruciais, como o não-envolvimento dos pregadores com verdades bíblicas, a falta de pregação acerca do inferno, a indefinição dos conceitos básicos de emergente (e os problemas práticos que isso traz) e a rejeição a tudo aquilo que é antigo.

Leitura fundamental para quem começou a flertar com a igreja emergente, ou a quem já está envolvido nela, serve como manual de conselhos de quem viu esse movimento crescer e quer ajudar – mesmo sem fazer parte.

Considero simplesmente perturbador que Dorothy, da obra O mágico de Oz, seja considerada o novo modelo de liderança.

[…]

Será que a melhor alternativa para pastores presidentes dominadores é termos líderes do tipo Dorothy confusa? […] Os pastores precisam ser mais do que viajantes perdidos com mais perguntas do que respostas. Eles devem manter viva a chama do dom da pregação (2Tm 1:6), ser cheios do poder em vez da covardia (1:7) e repreender, corrigir e exortar com toda paciência e doutrina (4:2)

Não quero um pastor bacana

Categoria: Sem categoria
0
25 views

Deixe uma resposta