Chegar em casa é como parar no tempo
Olhar os quartos vazios, sentir a ausência
Respirar, sentindo o mofo da solidão
Viro as costas, buscando evitar a dor

Desde que estive com você aqui, neste lugar
Sentindo o seu perfume impregnar o sofá
Naquele dia, fechei os olhos, mas não quis acordar
Porque no amanhã, nada mais ali está

Sentei ali, novamente, respirando fundo
Tentando capturar um rastro de você
Esperando que aquilo não fosse imaginação
Fruto da minha imaginação, imaginação

Desde que estive com você aqui, neste lugar
Sentindo o seu perfume impregnar o sofá
Naquele dia, fechei os olhos, mas não quis acordar
Porque no amanhã, nada mais ali está

Que sonho é esse que parece tão real?
Que deixo no meu tato a textura do vestido
Daquele que você nunca mais usou
Daquele que você facilmente se desvencilhou?

Desde que estive com você aqui, neste lugar
Sentindo o seu perfume impregnar o sofá
Naquele dia, fechei os olhos, mas não quis acordar
Porque no amanhã, nada mais ali está

Olho pro telefone, me perguntando de novo
Será que devo arriscar uma vez e te ligar
Balanço a cabeça, pra essa idéia afastar
Sem muita convicção, mais uma vez deitar

Que sonho é esse que parece tão real?
Que deixo no meu tato a textura do vestido
Daquele que você nunca mais usou
Daquele que você facilmente se desvencilhou?

Desde que estive com você aqui, neste lugar
Sentindo o seu perfume impregnar o sofá
Naquele dia, fechei os olhos, mas não quis acordar
Porque no amanhã, nada mais ali está

Perfume

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