Igreja antiga, estilo de vida, ser cristão, dar testemunho, escandalizar pessoas, dar honra, ser livre, ter responsabilidades, amadurecer, testificar, evangelizar.

Qual o limite da liberdade? O que é libertinagem? Qual o livro de regras que diz o que fazer e o que não fazer? Porque eu fazer uma coisa é errado, e outra pessoa fazer não? Tatuagem pode? E beber? Mas três latinhas fazem mal? E dirigir acima da velocidade permitida? Preciso obedecer às leis? E pagar impostos? Preciso cumprir uma determinação injusta da Polícia ou da Justiça? Posso processar alguém? E reivindicar direitos? Com quantos paus se faz uma canoa? E uma arca? Noé levou cupins para a arca? A Salvação pode ser tirada? Quem está salvo? Eu estava predestinado ou me converti? E o que isso tudo tem a ver comigo?

Ontem uma conversa no twitter me fez parar pra pensar um pouco sobre todas essas perguntas que invadem todas igrejas, congressos e acampamentos de jovens – perguntas tão frequentes e tão mal-resolvidas que quem frequenta esses meios há mais de quatro anos não aguenta mais ouvi-las – independente de saber a resposta, ou ter opinião baseada em algo.

Se o Reino de Deus não é um conjunto de regras, e é um estilo de vida que se traduz em liberdade (não há necessidade de se render às pressões externas, sejam da moda, da estética, do dinheiro ou de qualquer outro padrão), o que vale não é a aparência, mas a intenção – afinal a aparência é enganadora.

Então, me saiam desse caso hipotético, no qual sabemos a intenção das pessoas: há diferença entre uma garota que usa uma saia 5 cm acima do joelho querendo seduzir alguém (seja pra conseguir algo, ou a própria pessoa) numa vigília de igreja tradicional e uma que usa uma saia 10 cm acima do joelho porque gosta/acha bonito/se sente confortável para ver um filme com as amigas?

Qual das pessoas é biblicamente reprovável? Qual está ultrapassando limites do estilo de vida proposto?

Quais são os limites da Liberdade? (I)

Categoria: Igreja
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