Eu pensei em escrever um post no Facebook, mas logo ele cairia no esquecimento, e não é bem essa minha intenção – esquecer ou deixar pra lá um só detalhe do que foram os últimos dias. Passei 21 dias fora. Londrina, Suzano, Sampa, Cubatão, Santos e Curitiba. E isso foi o que vivi.

Isso não é bem um relato do que foram os últimos dias, viajando, trocando ideias e trabalhando, tanto na help! como no CNUC. E eu não sei dizer como foi bom, acho que cada um que esteve comigo já sabe disso, e como foi agradável fazer parte disso tudo.

Em Londrina, eu não tenho palavras pra agradecer ao Júnior Souza, o Cristiano, Cleber, Coyote e Jonathan, que abraçaram o projeto help! mesmo com o vazio do evento – o Ronnedy então nem se fala, me recebendo em casa e lidando com quase tudo sozinho pelo sumiço da equipe local. O cara aguentou o tranco praticamente sozinho, e ainda tendo que trabalhar, dormir e cumprir com as obrigações eclesiásticas durante a semana.

De lá parti pra Suzano, onde fui encontrar o Filé com a Jack e conhecer a casa deles em Itaquá – um dia e uma noite de muitas risadas, conversas e memórias partilhadas; corremos logo pra Sampa encontrar a Priscilla do Cosmetic Dreams e sermos resgatados pelo Thalys naquela selva de prédios e seres semi-zumbis que é São Paulo. De lá, eu e o Thalys simplesmente não só tomamos posse da sala de controle do Fih, como conseguimos aprontar várias bagunças para e com o Sudré e o Ronei Jr, que até fez aniversário no meio do rolo todo, com direito à Gengibirra e vinho gasoso. De lá, aconteceu até a fundação da The Frauders com o amigo Paiva, companhia a qual me levou pra Cubatão, conhecer a sua digníssima Aline Paiva, até quase morrer nos meus braços em Santos (ele, não ela).

Um pulo e eu quase voltei pro meu primeiro destino, indo pra Curitiba, ver o Cleber e passar uns bons dias aprendendo tudo que deveria ter sido feito em Londrina, além de conhecer pessoas maravilhosas, algumas já antigos de Twitter (Micaella, Maicon, Fayson, sintam-se citados) e outros novos, lá da CENA (a dona Giovana – digníssima do Cleber,  Dieila e o Werikson), além de toda a equipe que já tinha visto trabalhar no institucional da Igreja. Obrigado Kadu por me hospedar de surpresa, e preparar com 20 reais uma noite muito bacana e cheia de risadas, além de andar comigo pra cima e pra baixo por toda a Curitiba. Valeu Marlon por me receber no meio de toda a confusão do fim de semana, e por ainda levar um rala por culpa minha.

By, obrigado pelo sorriso e pelo ouvido que sempre me faz falar tudo que eu não sonhava nem em comentar em voz alta sozinho. Sem a sessão de terapia, acho que minha cabeça estaria ainda muito confusa; Fran valeu a tentativa de me ver – eu sei como o coração queimou.

Seria no mínimo injusto terminar aqui sem ainda agradecer a quem esteve de longe, acompanhando, orando e dando forças em todos os momentos – obrigado Mayara, pela força quando a help! ainda era só um sonho meio torto e não muito planejado, obrigado Verônica pelo acompanhamento diário e por me lembrar de comer mais de uma vez por dia; ainda nem sei como dar todos os sorrisos que a Monica merece por estar umas três vezes por semana dando oi e perguntando como iam as coisas todas. Valeu a todos que acompanharam pelo Facebook e se dispuseram a fazer algo, por menor que fosse, a todos que divulgaram em seus perfis as fotos e divulgações da help!, e aos sorrisos e vozes de apoio dados. A todos que acompanharam no Facebook e à preocupação diferente (pra dizer o mínimo) quando dei um sumiço da internet.

Com eles, fizemos o melhor evento da help! até então, e conheci de perto a realidade da Vila das Torres. Estupefato. Impressionado. Maravilhado. Animado. Extasiado. Esse sou eu, depois desses 21 dias fora de casa.

Relatos de uma viagem.

Categoria: Opinião
1
141 views

1 comment

  • “Valeu Marlon por me receber no meio de toda a confusão do fim de semana, e por ainda levar um rala por culpa minha.” Pô cara, tu azedou meu arroz, mas acho que foi mais livramento, hahaha! ôglória, volte sempre!

Deixe uma resposta