Minha formação teológica vem de Dostoiévski; das letras de música de Andrea Bocelli. Minha completa percepção de meu afastamento de Deus é expressada na agonia de Piotr Pietróvich, cuja consequência foi o suicídio. Minha melhor expressão de amor divino vem de letras pagãs italianas clássicas, que misturam amor com Amor – até porque o Amor sem amor é vazio.

Minhas falhas são expostas por sociólogos e o meu método de lutar contra elas sai de cientistas políticos. Minhas reflexões são baseadas em perguntas de filósofos, e minhas indagações foram feitas com apoio de psicólogos.

Minha formação teológica pura é nula. Sei tanto das diferenças entre arminianistas e calvinistas como sei diferenciar marcas de leite em pó em potes sem o rótulo. E não me arrependo disso. A minha formação intelectual é totalmente carnal, não pretende cobrir todos os aspectos da dinvidade nem se põe num lugar de soberano entendimento.